Essa linda vista do bairro de Santa Rosa, na altura do Viradouro, é tão maravilhosa e poética que não dá ideia de como a área hoje se tornou bastante perigosa.
domingo, 18 de maio de 2014
sábado, 17 de maio de 2014
CLUBE DA ESQUINA
Esta foto foi feita quando o Clube da Esquina, movimento de música mineira, se reuniu na praia de Piratininga, em Niterói, no ano de 1972. Nela vemos, da esquerda para a direita, os músicos Beto Guedes, Milton Nascimento e Lô Borges, nadando nas águas da praia no lado oceânico.
O Clube da Esquina, ao lado da Bossa Nova, é um dos mais sofisticados entre os movimentos musicais brasileiros, algo em falta hoje diante da avalanche de constrangedores ritmos popularescos.
Um desses ritmos queria invadir Piratininga, no ano passado, a todo preço, como se seus músicos, vindos de um Estado nordestino, fossem donos de Niterói - eles são do tipo que abraçam o mundo com as pernas e o ego inflado.
Curiosamente, na terra desse ritmo popularesco - que ofusca a boa música desse Estado, que existe mas não tem espaço fora do evento festivo que domina a região - eu tive a oportunidade de ver, de graça, Beto Guedes e Flávio Venturini tocando em 2000.
O Clube da Esquina se influencia a princípio pela música caipira mineira, sobretudo pela influência universitária (os músicos vieram da Faculdade) dos CPC's da UNE. A ela, juntam-se elementos da MPB do tempo dos festivais da TV (que juntavam a música popular de raiz com a Bossa Nova) e também referências musicais como Beatles, Byrds e o progressivo Gentle Giant. Os membros do Clube da Esquina foram: Milton Nascimento, Lô Borges, Beto Guedes, Flávio Venturini (com e sem o 14-Bis), 14-Bis (com e sem Flávio Venturini), Toninho Horta e os poetas Ronaldo Bastos e Fernando Brant, entre outros.
No rádio, o Clube da Esquina teve cadeira cativa na programação da Rádio Fluminense FM, nos anos 80.
O Clube da Esquina, ao lado da Bossa Nova, é um dos mais sofisticados entre os movimentos musicais brasileiros, algo em falta hoje diante da avalanche de constrangedores ritmos popularescos.
Um desses ritmos queria invadir Piratininga, no ano passado, a todo preço, como se seus músicos, vindos de um Estado nordestino, fossem donos de Niterói - eles são do tipo que abraçam o mundo com as pernas e o ego inflado.
Curiosamente, na terra desse ritmo popularesco - que ofusca a boa música desse Estado, que existe mas não tem espaço fora do evento festivo que domina a região - eu tive a oportunidade de ver, de graça, Beto Guedes e Flávio Venturini tocando em 2000.
O Clube da Esquina se influencia a princípio pela música caipira mineira, sobretudo pela influência universitária (os músicos vieram da Faculdade) dos CPC's da UNE. A ela, juntam-se elementos da MPB do tempo dos festivais da TV (que juntavam a música popular de raiz com a Bossa Nova) e também referências musicais como Beatles, Byrds e o progressivo Gentle Giant. Os membros do Clube da Esquina foram: Milton Nascimento, Lô Borges, Beto Guedes, Flávio Venturini (com e sem o 14-Bis), 14-Bis (com e sem Flávio Venturini), Toninho Horta e os poetas Ronaldo Bastos e Fernando Brant, entre outros.
No rádio, o Clube da Esquina teve cadeira cativa na programação da Rádio Fluminense FM, nos anos 80.
quinta-feira, 15 de maio de 2014
TRANSPORTE ESTUDANTIL EM 1950
Esta foto, sem fonte creditada, é do acervo do colecionador Adalberto Mattera. Mostra uma manifestação de estudantes de São Gonçalo, em 1950, diante de um ônibus. Nessa época, a União Nacional dos Estudantes estava na véspera de viver sua fase direitista, elegendo uma diretoria ligada à UDN e ao Departamento de Estado dos EUA, num episódio lamentavelmente peculiar da entidade estudantil, fase felizmente superada.
Segundo comentam alguns busófilos, o ônibus é da Carbrasa e a empresa é a nossa conhecida Viação Mauá, hoje em plena atividade.
Segundo comentam alguns busófilos, o ônibus é da Carbrasa e a empresa é a nossa conhecida Viação Mauá, hoje em plena atividade.
quarta-feira, 14 de maio de 2014
PENDOTIBA
Estas montagens reconstitutivas mostram os primeiros carros que a estreante linha 46 Várzea das Moças / Centro, recebeu em 1982. São da Condor daquele ano, cujo diferencial, em relação a 1981, está na plaqueta "Velocidade Máxima 60 Km", que havia mudado de grafia.
A linha 46 tinha, inicialmente, três carros (846, 847 e 848, renumerados para NIT.02-106, NIT-02.107 e NIT.02-108, respectivamente), e rompia com a tendência da Pendotiba de ir apenas para o Jardim Icaraí, ora pelo Largo do Marrão, ora pelo Campo de São Bento. A 46, desta forma, pegava o Ingá e a Praia de Icaraí.
Os carros começaram circulando com a pintura roxo terra, mas logo depois ganharam o visual "blusa" azul e "saia" amarela. Em ambos os casos, com os pára-choques pintados de preto.
A linha 46 tinha, inicialmente, três carros (846, 847 e 848, renumerados para NIT.02-106, NIT-02.107 e NIT.02-108, respectivamente), e rompia com a tendência da Pendotiba de ir apenas para o Jardim Icaraí, ora pelo Largo do Marrão, ora pelo Campo de São Bento. A 46, desta forma, pegava o Ingá e a Praia de Icaraí.
Os carros começaram circulando com a pintura roxo terra, mas logo depois ganharam o visual "blusa" azul e "saia" amarela. Em ambos os casos, com os pára-choques pintados de preto.
terça-feira, 13 de maio de 2014
CASSINO ICARAÍ
Vemos três fotos, extraídas do site Arqueologia do Rio de Janeiro, de Derani, relacionadas à história do Cassino Icaraí, na nossa querida Niterói. O cassino foi extinto por decisão do presidente e general Eurico Dutra em 1946, através da lei que proibiu o funcionamento dos cassinos e, por isso, deu fim a uma era de ouro com jogos, teatro de revista e grandes orquestras. Quem viveu essa época recorda com saudades esses tempos e com lamento a decisão do presidente Dutra.
A primeira foto é do primeiro prédio onde funcionou o então Casino Icarahy, que data de 1916. A segunda foto é de um anúncio de 1938 prevendo o edifício do Hotel Balneário Icaraí, destinado aos freqüentadores do cassino. O hotel foi inaugurado no ano posterior, como se vê na terceira foto, uma bela tomada noturna. O arquiteto, Luiz Fossati, também foi responsável pela criação do trampolim de Icaraí, inaugurado em 1937, mas que, enferrujado e com problemas de segurança técnica, foi desmontado definitivamente em 1964.
A primeira foto é do primeiro prédio onde funcionou o então Casino Icarahy, que data de 1916. A segunda foto é de um anúncio de 1938 prevendo o edifício do Hotel Balneário Icaraí, destinado aos freqüentadores do cassino. O hotel foi inaugurado no ano posterior, como se vê na terceira foto, uma bela tomada noturna. O arquiteto, Luiz Fossati, também foi responsável pela criação do trampolim de Icaraí, inaugurado em 1937, mas que, enferrujado e com problemas de segurança técnica, foi desmontado definitivamente em 1964.
Como indica a quarta foto, atualmente o edifício deu lugar ao atual prédio da reitoria da Universidade Federal Fluminense, que fica na esquina da Rua Miguel de Frias com a Av. Jornalista Alberto Francisco Torres e defronte à Praça Getúlio Vargas.
BOA VISTA
Este ônibus eu vi pessoalmente, e acompanhei os últimos anos desta empresa gonçalense que, extinta, passou suas linhas para a Estrela (que também existia nesta época e hoje é do grupo da Galo Branco). A foto foi publicada provavelmente num jornal e foi escaneada pelo busólogo do Connection Bus, Alex Cornélio.
domingo, 11 de maio de 2014
DEL REY
Vamos agora mostrar uma empresa de Itaboraí, a Del Rey, em uma galeria de fotos de autoria do busófilo Rodrigo Salles.
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